Vídeos do professor Austy Maneschy explicando cada erro com exemplos práticos. São 25 anos de experiência em alguns minutos.
Ter sotaque não é erro. Erro é não ser claro. A maioria dos desvios de pronúncia que brasileiros cometem se repete em 10 padrões. Corrija estes 10 padrões, e sua clareza ao falar inglês dispara.
Cada vídeo abaixo mostra o erro, a versão correta, e um exercício prático para você treinar. Assista, repita em voz alta e, se quiser, me mande um áudio no WhatsApp que eu analiso.
📘 Baixar ebook completo →
No português brasileiro há menos sons de vogais que no inglês americano. O resultado: sons diferentes viram o mesmo som na sua fala. "Sheep" e "ship" viram a mesma palavra.
Pratique os pares: sheep/ship, pool/pull, food/foot, bed/bad, leave/live. O segredo é a duração e tensão da vogal.
Brasileiros tendem a adicionar um "i" no final de palavras terminadas em consoante. Isso adiciona uma sílaba extra que não existe, e o nativo procura uma palavra diferente no cérebro.
Bloqueie o ar no final da palavra. Pense em "parar" o som abruptamente, sem soltar vogal. Pratique: work, sleep, hat, map, pick.
O "T" e "D" do português brasileiro (especialmente carioca) têm um chiado que não existe no inglês americano. "Cat" vira "catch" — uma palavra completamente diferente.
Bloqueie o ar com a língua sem soltar o chiado. Pense no sotaque nordestino — "tia" e "dia" têm o T e D secos, que é exatamente o som que queremos.
Em português, o "M" no final nunca fecha os lábios — a vogal anterior vira nasal. Em inglês, você precisa fechar os lábios para fazer o som de "M" de verdade.
Feche os lábios no "M". Lembre: M = lábios fechados, N = língua no céu da boca. A diferença entre "rum" e "run" é essa.
O "TH" não existe em português. Instintivamente substituímos por "F", "T" ou "D". O problema? "Think" vira "fink" (informante), e "thought" vira "fought" (lutou).
Língua entre os dentes. Pense no Romário: a língua aparecendo. "Think" — não "fink". "They" — não "dey".
Em português, o "L" no final vira "U" (Brasil → Brasíu). Quando transportamos isso para o inglês, "ball" vira "bóu" e "people" vira "pipou".
Levante a ponta da língua para tocar o palato. Use um espelho — se seus lábios estão arredondando, está fazendo "U". Eles devem ficar neutros.
No português, a ênfase cai na penúltima sílaba. No inglês, não. "Frustrating" vira "frusTREIting" e a palavra fica irreconhecível para o ouvido nativo.
A sílaba tônica é mais longa e mais aguda. Consulte o dicionário (thefreedictionary.com) e veja onde está o apóstrofo (') no IPA.
O "R" americano não é vibrante (como "caro") nem tem som de "H" (como "rato"). É um som com a língua puxada para trás, lábios arredondados, sem vibração.
Puxe a língua para trás como se fosse do Centro-Oeste falando "porta". Lábios arredondados. Não vibre.
O schwa é o som mais comum do inglês — e não existe em português. É a vogal reduzida que aparece em toda sílaba átona. Sem ele, sua fala soa "dura", com todas as vogais tendo força total.
É um "âh" suave. A boca ligeiramente aberta, sem tensão. Como o "a" de "sofá" — soʊfə. É a sílaba FRACA da palavra.
O português brasileiro sobe e desce como uma onda. Quando aplicamos isso no inglês, parece que estamos sempre cantando. Palavras sem importância (em, se, é) ganham a mesma força que as palavras-chave.
Seja seletivo. Apenas 1-2 palavras por frase merecem ênfase. O resto é quase mumurando. Pratique: "I NEED to TALK to you."
No Método Prime, você tem videoaulas, exercícios gamificados e um diagnóstico mensal de erros — incluindo pronúncia. 15 minutos, duas vezes ao dia.